Outras prioridades têm aparecido, mas hoje vou aqui colocar umas imagens do grande concerto que foi Sonic Youth no coliseu do Porto e a promessa de em breve cá voltar.
sábado, abril 24, 2010
pobre do meu blog
Pobre do meu blog, que o tenho aqui deixado só e abandonado.
Outras prioridades têm aparecido, mas hoje vou aqui colocar umas imagens do grande concerto que foi Sonic Youth no coliseu do Porto e a promessa de em breve cá voltar.




Outras prioridades têm aparecido, mas hoje vou aqui colocar umas imagens do grande concerto que foi Sonic Youth no coliseu do Porto e a promessa de em breve cá voltar.
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
sábados
Esperar ansiosamente por cada sábado, na esperança de partilhar com extrema felicidade, umas horas na sua companhia. Não tenho e creio que nunca terei dela mais do que a sua amizade.
O desejo de ter mais está sempre presente, mas consigo e sempre me habituei, a usufruir apenas do que me é dado. Na verdade, prefiro usufruir apenas do que tenho, do que sonhar com aquilo que gostaria de ter e na realidade não ter nada.
O desejo de ter mais está sempre presente, mas consigo e sempre me habituei, a usufruir apenas do que me é dado. Na verdade, prefiro usufruir apenas do que tenho, do que sonhar com aquilo que gostaria de ter e na realidade não ter nada.
sexta-feira, janeiro 01, 2010
parabéns, Casa de Ló
A Casa de Ló faz hoje (1 de Janeiro) um ano.
Estive lá no dia do seu nascimento, mas infelizmente não tenho imagens.
Mas aqui fica uma foto do seu primeiro aniversário, antes de os clientes aparecerem.
Estive lá no dia do seu nascimento, mas infelizmente não tenho imagens.
Mas aqui fica uma foto do seu primeiro aniversário, antes de os clientes aparecerem.
sexta-feira, dezembro 25, 2009
segunda-feira, novembro 02, 2009
Peter Murphy na Casa da Música
Acabei de chegar a casa com os ouvidos ainda a zunir do concerto de Peter Murphy na Casa da Música.
Pode-se dizer que o concerto teve duas partes. A primeira foi morna, onde não foi aproveitada em pleno a voz de Peter Murphy e a segunda, constituída pelos dois encore, onde o público acabou de pé completamente siderado. Este “segundo concerto”, teve inevitavelmente músicas dos Bauhaus, onde a voz me parece mais aproveitada, passou por Transmition dos Joy Division (onde Peter fez o público saltar quando começou a dançar à Ian Curtis) e terminou com todos os elementos do grupo deitados no chão com Peter Murphy a cantar Ground Control to Major Tom de David Bowie.
Valeu a pena esperar pelo final.
Pode-se dizer que o concerto teve duas partes. A primeira foi morna, onde não foi aproveitada em pleno a voz de Peter Murphy e a segunda, constituída pelos dois encore, onde o público acabou de pé completamente siderado. Este “segundo concerto”, teve inevitavelmente músicas dos Bauhaus, onde a voz me parece mais aproveitada, passou por Transmition dos Joy Division (onde Peter fez o público saltar quando começou a dançar à Ian Curtis) e terminou com todos os elementos do grupo deitados no chão com Peter Murphy a cantar Ground Control to Major Tom de David Bowie.
Valeu a pena esperar pelo final.
quarta-feira, outubro 28, 2009
dias da semana
Parece-me tudo tão viciado como os jogos premeditados. Salva-se durante a semana as esporádicas investidas pelo mundo dos vivos. Tudo o resto são espantalhos de palha afugentado pássaros.
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domingo, setembro 27, 2009
mundo cão
Ontem fui ao Tertúlia Castelense ver um concerto dos Mundo Cão. Não é a primeira vez que os vejo, mas continua a agradar-me vê-los em palco.
Curioso é o facto de a primeira vez que os vi ter sido neste mesmo local, há cerca de dois anos atrás.
Se escutarem com atenção as letras ou mesmo as lerem, verão que são interessantes. Todas elas nos falam de um sentimento comum, que gira em torno do amor, do sexo e de alguma perversão. Todas elas têm força, pois com certeza foram inspiradas, mais ou menos, em experiências pessoais.
Adolfo Luxúria Canibal e Valter Hugo Mãe, dão essas palavras escritas que Pedro Laginha Canta e para as quais Miguel Pedro, Vasco Vaz e Budda criam as melodias que tocam acompanhados por mais um elemento, Canoche.
MUNDO CÃO


Curioso é o facto de a primeira vez que os vi ter sido neste mesmo local, há cerca de dois anos atrás.
Se escutarem com atenção as letras ou mesmo as lerem, verão que são interessantes. Todas elas nos falam de um sentimento comum, que gira em torno do amor, do sexo e de alguma perversão. Todas elas têm força, pois com certeza foram inspiradas, mais ou menos, em experiências pessoais.
Adolfo Luxúria Canibal e Valter Hugo Mãe, dão essas palavras escritas que Pedro Laginha Canta e para as quais Miguel Pedro, Vasco Vaz e Budda criam as melodias que tocam acompanhados por mais um elemento, Canoche.
MUNDO CÃO
domingo, setembro 13, 2009
nocturno
A noite foi longa.
Regresso a casa e a manhã já rompeu o horizonte.
Nos ouvidos trago ainda a música
e os ritmos com que fui brindado.
Na cabeça apenas uma frase...
- Dá-me o teu perfume e eu digo-te quem mataste.
Regresso a casa e a manhã já rompeu o horizonte.
Nos ouvidos trago ainda a música
e os ritmos com que fui brindado.
Na cabeça apenas uma frase...
- Dá-me o teu perfume e eu digo-te quem mataste.
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segunda-feira, agosto 31, 2009
sábado, agosto 29, 2009
quinta-feira, agosto 27, 2009
aiku
Será que tenho direito a tentar escrever um aiku?
Ora, o blog é meu, "ós portantus"...
Aqui vai.
gosto de pisar
as folhas que tombaram
do seu aroma
Ora, o blog é meu, "ós portantus"...
Aqui vai.
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viagem a Itália
Neste mês de Agosto, fiz uma viagem de 8 dias a Itália.
Foi tudo programado pelas minhas amigas M. e A., a quem agradeço publicamente já que eu não tenho experiência nenhuma nestas andanças de programar viagens. Elas, por seu lado, mostraram-se extremamente competentes, encontrando não só os voos como também os locais de estadia mais baratos. O certo, é que não teria feito esta viagem se não fossem elas. Obrigado pela oportunidade que me proporcionaram. Adoro-vos.
As cidades que visitámos foram: Roma; Florença; Veneza; Milão.
Na verdade, em Milão estivemos apenas meio dia, sendo o local onde fizemos escala para apanhar o voo para o Porto às seis e trinta da manhã.
Descrevo a viagem com a seguinte frase: tanto para ver e tão pouco tempo para o fazer.
Florença foi sem dúvida, das quatro, a minha cidade preferida.
Tirei 1598 fotografias. Poucas, direi eu, já que numa grande parte dos locais que visitámos era proibido fotografar. Compreendo esta imposição, trata-se de uma questão de negócio (penso eu), mas no entanto acredito ser exagerada. Que não seja possível utilizar flash é compreensível e aconselhável, mas não fotografar de todo…
Claro que poderia fazer como muitos outros turistas e fotografar à socapa (alguns até flash usavam), mas preferi vestir o papel de pessoa civilizada e respeitar a imposição.
Eu sei que não é a mesma coisa do que urinar nas paredes de Cedofeita nas noites de sexta e sábado, mas tal como eu acho isso muito pouco civilizado, direi mesmo pouco higiénico, penso que também existe alguém que vai pensar que é pouco civilizado desrespeitar a imposição de não fotografar. Assim, decidi não fotografar onde não era permitido.
Deixo aqui algumas imagens e um conselho para que, se puderem, visitem Florença e nesta a Galleria degli Uffizi e o Palazzo Pitti. Ambos os locais foram propriedade dos Médici e estão ligados através de uma passagem que atravessa o rio pela Ponte Vecchio.
Roma -




Florença -









Veneza -



Milão -

Foi tudo programado pelas minhas amigas M. e A., a quem agradeço publicamente já que eu não tenho experiência nenhuma nestas andanças de programar viagens. Elas, por seu lado, mostraram-se extremamente competentes, encontrando não só os voos como também os locais de estadia mais baratos. O certo, é que não teria feito esta viagem se não fossem elas. Obrigado pela oportunidade que me proporcionaram. Adoro-vos.
As cidades que visitámos foram: Roma; Florença; Veneza; Milão.
Na verdade, em Milão estivemos apenas meio dia, sendo o local onde fizemos escala para apanhar o voo para o Porto às seis e trinta da manhã.
Descrevo a viagem com a seguinte frase: tanto para ver e tão pouco tempo para o fazer.
Florença foi sem dúvida, das quatro, a minha cidade preferida.
Tirei 1598 fotografias. Poucas, direi eu, já que numa grande parte dos locais que visitámos era proibido fotografar. Compreendo esta imposição, trata-se de uma questão de negócio (penso eu), mas no entanto acredito ser exagerada. Que não seja possível utilizar flash é compreensível e aconselhável, mas não fotografar de todo…
Claro que poderia fazer como muitos outros turistas e fotografar à socapa (alguns até flash usavam), mas preferi vestir o papel de pessoa civilizada e respeitar a imposição.
Eu sei que não é a mesma coisa do que urinar nas paredes de Cedofeita nas noites de sexta e sábado, mas tal como eu acho isso muito pouco civilizado, direi mesmo pouco higiénico, penso que também existe alguém que vai pensar que é pouco civilizado desrespeitar a imposição de não fotografar. Assim, decidi não fotografar onde não era permitido.
Deixo aqui algumas imagens e um conselho para que, se puderem, visitem Florença e nesta a Galleria degli Uffizi e o Palazzo Pitti. Ambos os locais foram propriedade dos Médici e estão ligados através de uma passagem que atravessa o rio pela Ponte Vecchio.
Roma -

Florença -

Veneza -
Milão -
sábado, agosto 01, 2009
no bolso dos amigos
Gostava mesmo, era de poder meter todos os meus amigos no bolso e vice-versa. Sempre que um de nós precisa-se de um de nós, lá estaria um de nós pronto a saltar do bolso de um de nós.
terça-feira, julho 28, 2009
"fazer uns filmes"
Pronto M., mesmo ausente convenceste-me a revisitar os meus textos e, em consequência, deixar partir este aqui.
Como é que podemos “fazer filmes” a partir do que não conhecemos?
Não!
Na realidade parece-nos somente possível “fazer filmes” a partir do que não conhecemos. O que conhecemos parece-nos demasiado familiar para dar um bom “filme”. É com o que não tem, que a mente humana se regala… correcção: a mente humana ilude-se no regalo do que não tem. Quando está perdida é no aconchego do familiar que se reencontra. Saber apreciar o que temos, é mais difícil do que saber apreciar o que não temos. É por esta razão que aparecem a cobiça e a inveja.
Devemos “fazer filmes” a cores ou a preto e branco? A preto e branco dá um ar mais artístico, dizem! Mas um filme a cores torna as coisas mais fáceis de compreender. Afinal, em termos cromáticos, um filme a cores está mais próximo da realidade, logo está mais perto do familiar.
Como é que podemos “fazer filmes” a partir do que não conhecemos?
Não!
Na realidade parece-nos somente possível “fazer filmes” a partir do que não conhecemos. O que conhecemos parece-nos demasiado familiar para dar um bom “filme”. É com o que não tem, que a mente humana se regala… correcção: a mente humana ilude-se no regalo do que não tem. Quando está perdida é no aconchego do familiar que se reencontra. Saber apreciar o que temos, é mais difícil do que saber apreciar o que não temos. É por esta razão que aparecem a cobiça e a inveja.
Devemos “fazer filmes” a cores ou a preto e branco? A preto e branco dá um ar mais artístico, dizem! Mas um filme a cores torna as coisas mais fáceis de compreender. Afinal, em termos cromáticos, um filme a cores está mais próximo da realidade, logo está mais perto do familiar.
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tens razão M.
Tens razão M., já não coloco nada aqui há bastante tempo.
Vou então colocar uma citação, que me levou a escrever um daqueles textos que não passaram do meu disco duro.
«Os escravos do século XXI não precisam ser caçados, transportados e leiloados através de complexas e problemáticas redes comerciais de corpos humanos. Existe um monte deles formando filas e implorando por uma oportunidade de trocar suas vidas por um salário de miséria. O "desenvolvimento" capitalista alcançou um tal nível de sofisticação e crueldade que a maioria das pessoas no mundo tem de competir para serem exploradas, prostituídas ou escravizadas.»
Luther Blissett
Banco de citações da Wikipédia
Vou então colocar uma citação, que me levou a escrever um daqueles textos que não passaram do meu disco duro.
«Os escravos do século XXI não precisam ser caçados, transportados e leiloados através de complexas e problemáticas redes comerciais de corpos humanos. Existe um monte deles formando filas e implorando por uma oportunidade de trocar suas vidas por um salário de miséria. O "desenvolvimento" capitalista alcançou um tal nível de sofisticação e crueldade que a maioria das pessoas no mundo tem de competir para serem exploradas, prostituídas ou escravizadas.»
Luther Blissett
Banco de citações da Wikipédia
segunda-feira, junho 29, 2009
salad days V
O facto de viver onde vivo faz-me lembrar constantemente a minha infância. O regressar às origens importa essa particularidade e quando ouço a chuva a bater nos vidros da janela, ouço claramente na minha memória o grito de: “Olh’á chuba, meninas, olh’á chuba!”. Seguem-se imagens do alvoroço de mulheres aflitas a recolherem a roupa que anteriormente corava a um sol já ido.
Existem ambém as tardes de verão que guardo na memória. Abrigam as sestas forçadas que a minha avó impunha, a mim, à minha irmã e aos meus primos, todos nós ansiosos pelo seu fim para pudermos ir finalmente brincar e dar azo à nossa imaginação de crianças despreocupadas.
Existem ambém as tardes de verão que guardo na memória. Abrigam as sestas forçadas que a minha avó impunha, a mim, à minha irmã e aos meus primos, todos nós ansiosos pelo seu fim para pudermos ir finalmente brincar e dar azo à nossa imaginação de crianças despreocupadas.
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quinta-feira, junho 18, 2009
olhos cerrados
Quando cerro os olhos tenho visões e penso sobre o que serão. Fico prostrado com tanta beleza. Ouço vozes sussurrando aos meus ouvidos. Tarde demais, a fada chegou e nada fica como antes.
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sábado, junho 06, 2009
cérebro "galenado"
O meu cérebro retoca-se cheio de frases soltas, vindas não sabemos de onde. Talvez as tenha apanhado no éter como uma galena a apanhar as ondas hertzianas. As frases não fazem sentido e nem mesmo o meu cérebro as compreende como uma narrativa lógica.
Talvez se as juntasse a todas, obtivesse um belo “cut”.
Mas não!
Prefiro deixá-las onde elas pertencem, ao meu cérebro (…ou ao éter?).
Talvez se as juntasse a todas, obtivesse um belo “cut”.
Mas não!
Prefiro deixá-las onde elas pertencem, ao meu cérebro (…ou ao éter?).
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segunda-feira, maio 04, 2009
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